quarta-feira, 12 de setembro de 2012
CINCO CARROS QUE NÃO DEVERIAM SER VENDIDOS NO BRASIL
CINCO CARROS QUE NÃO DEVERIAM SER VENDIDOS NO BRASIL #2
Mais uma vez, é pouco, eu sei, mas deu pra selecionar 5 carros que não deveriam ser vendidos no Brasil. Neste ranking, levei em conta preço, custo de manutenção, valor de revenda e segurança. Este último item vale o dobro.
Chery QQ: O Pokémon chinês não deveria ser vendido nem na China, claro, se lá o governo se preocupasse com a segurança da população. Depois de receber péssimos resultados no crash test feito na Inglaterra pela VCA, ficou mais do que comprovado que o QQ, além de ter dimensões ridículas, tem uma estrutura frágil. Como já disse anteriormente "é mais fácil capotar um QQ do que dar uma volta no quarteirão a pé”.
Chevrolet Celta: Para o mercado brasileiro o Celta é um bom carro. Manutenção fácil e barata, baixíssima desvalorização, motor potente e econômico na medida certa. O pecado do Celta é a segurança. O Celta foi eleito um dos carros mais inseguros vendidos no Brasil. É mais fácil morrer em um Celta do que pulando de uma ponte.
Peugeot 207: Manutenção cara. Valor de revenda péssimo e o pior resultado no crash test realizado pela LatinNCAP. Com airbag (!). Não precisa comentar mais nada. O Peugeot 207 só é bom para quem tem. Desde que não se acidente e não queira vender.
Chevrolet Corsa Classic: Os mesmos problemas do Celta com um agravante. Esse carro foi concebido em meados dos anos 90! Mexe aqui, ali e essa coisa continua velha! Recebeu a pior nota no crash test da LatinNCAP. Esse carro não deveria ser bom nem pra frotista. Deveria ter suas vendas suspensas, mas estamos no Brasil.
Effa M100: A revista Quatro Rodas interrompeu, pela primeira vez na história, o tradicional teste de longa duração por, adivinhe o que? Falta de SEGURANÇA! O carro estava desmontando aos poucos e para o bem dos jornalistas que avaliavam o carro, o teste teve que ser interrompido. O governo brasileiro deveria se envergonhar de liberar a venda deste veículo no Brasil. Se é fácil capotar um QQ, o M100, com uma baforada, dá perda total.
Esses carros seriam proibidos em qualquer país sério. Qualquer país que preze pelo bem dos seus cidadãos. Infelizmente, a meta do governo atual é vender carros. Não importa se o brasileiro está cavando a própria cova, seja financeiramente através das prestações, ou por comprar carros frágeis como papel. A preocupação é apenas uma, vender.
Faltou algum carro na lista? Deixe aí nos comentários.
Chery QQ: O Pokémon chinês não deveria ser vendido nem na China, claro, se lá o governo se preocupasse com a segurança da população. Depois de receber péssimos resultados no crash test feito na Inglaterra pela VCA, ficou mais do que comprovado que o QQ, além de ter dimensões ridículas, tem uma estrutura frágil. Como já disse anteriormente "é mais fácil capotar um QQ do que dar uma volta no quarteirão a pé”.
Chevrolet Corsa Classic: Os mesmos problemas do Celta com um agravante. Esse carro foi concebido em meados dos anos 90! Mexe aqui, ali e essa coisa continua velha! Recebeu a pior nota no crash test da LatinNCAP. Esse carro não deveria ser bom nem pra frotista. Deveria ter suas vendas suspensas, mas estamos no Brasil.
Esses carros seriam proibidos em qualquer país sério. Qualquer país que preze pelo bem dos seus cidadãos. Infelizmente, a meta do governo atual é vender carros. Não importa se o brasileiro está cavando a própria cova, seja financeiramente através das prestações, ou por comprar carros frágeis como papel. A preocupação é apenas uma, vender.
Faltou algum carro na lista? Deixe aí nos comentários.
18 fotos que talvez façam voce gostar mais do seu trabalho!
18 fotos que talvez façam você amar um pouco mais seu trabalho


















11 Anos dop atentado de 11 de setembro nos E.U.A
Curiosidades sobre o 11 de Setembro que muita gente desconhece


quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Algumas mensagens positivas;D
OTIMISMO
Imagine uma viagem em um carro chamado Vida, uma estrada chamada Sonho, com amores chamados Família e um amigo chamado Deus. Então vire a esquina chamada Esperança e quando chegar num lugar chamado Sucesso, agradeça ao motorista chamado Jesus! Quando chegar na casa chamada Prosperidade, não se acanhe com os hóspedes cujos nomes são: Andei, Lutei e Venci.
O AQUI E O AGORA
O minuto que você está vivendo agora é o minuto mais importante de sua VIDA, onde quer que você esteja. Preste atenção ao que está fazendo. O ontem já lhe fugiu das mãos. O amanhã ainda não chegou. Viva o momento presente, porque dele depende todo o seu futuro. Procure aproveitar ao máximo o momento que está vivendo, tirando todas as vantagens que puder, para seu aperfeiçoamento".
OVALOR DE UM ABRAÇO
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
VALOR DAS PESSOAS
Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
FIM!!!
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Coisas simples filmadas em Camara Lenta
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rU7iYYpSrlo
Things in Slow Motion (compilation) Este é o nome do vídeo!
Veja este vídeo, e verá que coisas simples se tornam muito complexas...
Veja este vídeo, e verá que coisas simples se tornam muito complexas...
Histórico do S.C Internacional
Data de fundação do clube: 4 de abril de 1909
A origem do Sport Club Internacional está associada a três irmãos da família Poppe: Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe. Eles chegaram a Porto Alegre na primeira década de 1900. Acredita-se que foi por volta de 1908.
Henrique Poppe logo arranjou um emprego no comércio da capital, no bazar "Ao Preço Fixo", localizado na Rua da Praia. Em seguida, por influência do tio Thomé Castro Madeira, filiou-se ao PRR (Partido Republicano Riograndense - comandado por Borges de Medeiros) e tornou-se funcionário da Secretaria do Conselho da Intendência (prefeitura), além de escrever para "A Federação" (jornal do PRR). Ainda trabalharia nos jornais "Echo do Povo", "O Diário", "Gazeta do Povo", "O Exemplo" e foi diretor de redação do semanário "A Rua".
Já em 1908, a capital gaúcha se modernizava e progredia rapidamente: bondes elétricos tinham substituído os puxados a burro; acabava-se de instalar iluminação elétrica em todas as ruas do centro; a população havia saltado de 73 mil habitantes em 1900 para 120 mil. O Estado vivia sob forte influência do positivismo. Um dos dogmas da doutrina é que o indivíduo pode eternizar-se enquanto for lembrado por sua criação. O governo havia determinado a criação de novos espaços públicos para práticas esportivas, a fim de formar jovens para o Exército. É nesse contexto que as bases para a fundação do Inter começaram a ser definidas.
Os irmãos mais jovens da familia Poppe, José e Luiz, tinham o desejo de jogar futebol, um esporte muito competitivo e que aprenderam a praticar ainda em São Paulo. Henrique, o irmão mais velho e influente, articulou a criação de um novo clube. Aos 18 anos, João Leopoldo Seferin, que emprestou o porão da casa do pai para a reunião de fundação do Inter, na Rua da Redenção, 141 (atual Avenida João Pessoa, na altura do número 1.025), foi eleito presidente.
Para dar credibilidade ao clube, o capitão Graciliano Ortiz foi escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público e homem de prestígio junto a José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota (atual Praça Sport Club Internacional). Além de ser o primeiro presidente de honra do novo clube, Graciliano também estava às vésperas de se tornar sogro de Henrique, já que em novembro de 1909, Henrique se casou com sua filha, Maria Conceição Ortiz.
A origem do Sport Club Internacional está associada a três irmãos da família Poppe: Henrique Poppe Leão, José Eduardo Poppe e Luiz Madeira Poppe. Eles chegaram a Porto Alegre na primeira década de 1900. Acredita-se que foi por volta de 1908.
Henrique Poppe logo arranjou um emprego no comércio da capital, no bazar "Ao Preço Fixo", localizado na Rua da Praia. Em seguida, por influência do tio Thomé Castro Madeira, filiou-se ao PRR (Partido Republicano Riograndense - comandado por Borges de Medeiros) e tornou-se funcionário da Secretaria do Conselho da Intendência (prefeitura), além de escrever para "A Federação" (jornal do PRR). Ainda trabalharia nos jornais "Echo do Povo", "O Diário", "Gazeta do Povo", "O Exemplo" e foi diretor de redação do semanário "A Rua".
Já em 1908, a capital gaúcha se modernizava e progredia rapidamente: bondes elétricos tinham substituído os puxados a burro; acabava-se de instalar iluminação elétrica em todas as ruas do centro; a população havia saltado de 73 mil habitantes em 1900 para 120 mil. O Estado vivia sob forte influência do positivismo. Um dos dogmas da doutrina é que o indivíduo pode eternizar-se enquanto for lembrado por sua criação. O governo havia determinado a criação de novos espaços públicos para práticas esportivas, a fim de formar jovens para o Exército. É nesse contexto que as bases para a fundação do Inter começaram a ser definidas.
Os irmãos mais jovens da familia Poppe, José e Luiz, tinham o desejo de jogar futebol, um esporte muito competitivo e que aprenderam a praticar ainda em São Paulo. Henrique, o irmão mais velho e influente, articulou a criação de um novo clube. Aos 18 anos, João Leopoldo Seferin, que emprestou o porão da casa do pai para a reunião de fundação do Inter, na Rua da Redenção, 141 (atual Avenida João Pessoa, na altura do número 1.025), foi eleito presidente.
Para dar credibilidade ao clube, o capitão Graciliano Ortiz foi escolhido presidente de honra do Inter. Além de militar, Ortiz também era o diretor do Asseio Público e homem de prestígio junto a José Montaury, intendente de Porto Alegre. Foi através de Ortiz que o Inter, recém-fundado, obteve junto à Intendência o seu primeiro campo: a Ilhota (atual Praça Sport Club Internacional). Além de ser o primeiro presidente de honra do novo clube, Graciliano também estava às vésperas de se tornar sogro de Henrique, já que em novembro de 1909, Henrique se casou com sua filha, Maria Conceição Ortiz.
Quem eu sou????
Meu nome é Nicolas Guilherme, moro em Santa Catarina, na cidade de Chapecó.
Meu time de coração é o Internacional F.C, e é dele que vou fazer algumas postagens...
Faço curso de Geração Digital no Centro Brasileiro de Cursos(CEBRAC).
Este blog é somente experimental...
Por isso não esperem muito de mim!!!
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